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Nov 06

 

A Biblioteca Escolar é um dos nossos recursos comuns. 

Queremos que cumpra a sua missão e que  seja, cada vez mais, um recurso ao serviço da aprendizagem, da promoção da leitura, da literacia e da ocupação criativa do tempo de lazer.

Este Blog é um espaço para TER VOZ ACTIVA. Destina-se a trocar comentários e experiências do que lemos ou a  encontrar sugestões para novas leituras. Dele, esperamos que contribua para que a BE atinja os seus objeticvos no domínio da promoção da leitura, do cinema e das diferentes literacias . Dos nossos visitantes, esperamos ressonâncias e  retornos ...

publicado por BE de Arga e Lima às 19:02

O livro que eu vou comentar é “Megamax e uma grande vitória”.
Gostei muito de ler este livro porque falava de futebol e como eu adoro este desporto percebi o livro todo e estive mais atento enquanto lia.
Aconselho a leitura deste livro, principalmente a quem gosta de futebol, pois com ele aprendemos várias tácticas e o sinal de fair-play.
Espero que, quem o leia, venha a concluir o mesmo que eu: é bom ler e quanto mais lermos mais aprendemos sobre o tema, despertando-nos assim a vontade de saber cada vez, mais seja qual for o tema.
Duarte - 8º D a 7 de Junho de 2011 às 09:20

Nas férias de Verão li o livro “Falar verdade a mentir”, recomendado pela Professora Fernanda Ramos.
A História lida sem entusiasmo não tem piada e não se percebe o que eles (as personagens) querem dizer, mas se lermos com expressividade e vontade acabamos por perceber a história.
Gostei de o ler, achei-o muito interessante e também engraçado.
Recomendo este livro a todas as pessoas, mas principalmente àquelas que gostam de ler e também às que gostam de teatro.
Carina a 7 de Junho de 2011 às 09:16

O meu triste segredo” – Jenny Tomlin

Este livro pode ser considerado uma espécie de denúncia e desabafo sobre uma história verídica de abuso, sobrevivência e uma luta constante contra a fome e a dor. É relatada na primeira pessoa, por uma mulher chamada Jenny Tomlin , que tem três irmãos que foram marcados por uma infância de terror, sem algum tipo de amor, ternura ou carinho. Estas crianças tentavam tomar conta uma das outras, da melhor maneira que sabiam e, desta forma, fizeram com que esta fosse uma história de triunfo e esperança.
À medida que fui lendo este livro percebi que esta mulher é um exemplo de pessoa. É muito forte e enfrentou muitos infortúnios na sua infância! É espectacular ver o progresso que teve ao longo dos dias e dos anos! É espectacular ver a sua transformação.
Este livro mostra também uma realidade dos dias de hoje: a violência.
Aconselho todas as pessoas a lê-lo porque é uma obra bastante marcante, cativante e interessante e penso que a partir dele tiramos uma grande lição de vida.
Débora Gomes a 6 de Junho de 2011 às 18:50

Ficha de Leitura


Título: “Levaram-me”
Autores: Paulo Pereira Cristóvão em co-autoria com Susana Ferrador
Editora e local: Editorial Presença, Estrada das Palmeiras, 59 Queluz de Baixo, 2730-132 Barcarena
Data de Edição: 1.ª edição, Lisboa, Novembro, 2010

Tal como vemos na capa desta obra, um menino inocente, com tanto para viver, tantos sonhos para seguir, a olhar para o horizonte….. No meio de uma linha de comboio, comboio esse que o vai embarcar e lhe vai mudar a vida. “Levaram-me” é o título desta história, história esta que nos põem a pensar, história que não é conto de fadas nem um romance apenas em papel, mas sim factos da vida que infelizmente não deixam de acontecer na vida real.
Na Aldeia das Dez, António, menino de nove anos, vivia. Pertencia a uma família pobre e humilde mas era feliz, era apenas uma criança que não via maldade nos outros, nem se importava com bens materiais. Sorria e brincava feliz da vida, sonhando um dia vir a ser presidente daquela aldeia.
Vida esta que mudou o rumo a António.
Quando se é criança não há pessoas más, quando há um sorriso e palavras meigas, nada mais importa.
E António era uma criança como muitas outras, que se deixou levar por uma história de promessas cheia de sorrisos, a que uma criança não diz que não.
Levaram-no, levaram-no para bem longe da sua felicidade, da sua família, da sua aldeia, dos seus amigos.
Depois de uma longa viagem de longos anos, António deixa de ser criança humilde e passa a ser homem antes do tempo. Deixa de brincar à bola ou com carrinhos e assiste a um mundo onde há de tudo, menos o que uma criança quer.
António é levado para ser violado por homens que o usaram e abusaram dele.
Este cresce e vive no meio de homens que não fazem mais nada do que tirar a vida a outras crianças. Ele cresce e torna-se um deles.
Nesta história assistimos a um percurso de uma vida, cujo destino já estava escolhido por outros. Percurso este de lágrimas e sofrimento de uma criança que chora pelo colo da sua mãe.
De uma criança que é usada e violada para satisfazer desejos de monstros. Crianças que são a personagem principal em filmes pornográficos.
É uma história que nos põe a pensar como é que alguém consegue ser tão monstruoso assim!
É a dor de pais que perdem um filho, e de um filho que perde os pais e todo o carinho que merece.
É uma história triste, mas real, de uma rede internacional de comercialização de pornografia infantil.
É a história de uma criança levada….

Enquanto lia esta história pensei várias vezes na sorte que tenho, em poder ser aquilo que sou em poder ter uma vida digna, em ter os meus pais comigo, em poder ter todos os dias o seu carinho, em abraçá-los sempre que quiser, em ter alguém que me console quando preciso.
Pensei que cresci no meio de felicidade, aproveitei a minha infância sempre com o amor de todos e agora, com um pouco mais de sabedoria e talvez menos ingenuidade, continuo a crescer….e a perceber pouco a pouco como o mundo é cruel.
Pensei tantas vezes na quantidade de crianças que passaram, que estão a passar e que passarão por isto.
Ao ler esta história questionei-me várias vezes se será possível haver pessoas maldosas a este ponto. E a resposta é sim, infelizmente. É difícil encarar esta realidade, mas a verdade é que o mundo em que vivemos não é um mar de rosas. Porque quando lemos esta obra não pensamos que é só uma história que não passa da imaginação de alguém, pois sabemos a verdade, que isto acontece, mesmo.
Uma das coisas que percebi a ler este livro é o porquê dos nossos pais nos repetirem vezes sem conta para não falarmos com desconhecidos nem aceitarmos nada de ninguém que não conheçamos. Quando ouvimos os nossos pais repetitivamente a dizerem-nos estas coisas a verdade é que achamos chato, e pensamos que já sabemos isso de cor. Mas será que isso é verdade?
Adorei ler este livro; acho que, de uma certa forma, me fez crescer e pensar no quanto posso ser estúpida quando me queixo de certas coisas.
Recomendo fortemente a sua leitura, a jovens como eu, acho que nos alerta para o outro lado das pessoas e do mundo. E a todas as outras pessoas, sejam elas pais ou não, para terem mais cuidados com as suas crianças.

Tânia Dias – 8º D

Tânia a 6 de Junho de 2011 às 18:20

Este livro intitulado "De Fevereiro de 1990 A libertação de Nelson Mandela é uma espécie de pequena biografia da vida deste leitador.
Fala-nos de um menino "pobre" que conseguiu ser advogado e que esteve preso durante 27 anos simplesmente por causa de quer a igualdade entre brancos e pretos.
Gostei muito deste livro porque mostro-me que Nelson Mandela nunca desistiu mesmo na cadeia.
E depois de lá sair continuou com a sua luta e as convicções. É um homem muito amado pelo povo e no mundo inteiro.
simão a 4 de Junho de 2011 às 11:23

Eu escolhi este livro, pois há já algum tempo que ando para ler uma crónica e esta pareceu-me uma das mais adequadas e interessantes.
Este livro conta a história de uma quadrilha que quer fazer o assalto do século, o roubo de uma coleção de joias de René Lalique, da Fundação Calouste Gulbenkian.
Esta quadrilha tem algumas particularidades, já que durante todos os seus assaltos nunca usavam armas.
Ao longo da crónica, o narrador ausente conta-nos a história de cada personagem e como foram parar ao mundo do crime.
Mário tem uma escrita muito fluente, com palavras muito fáceis para o nosso entendimento, não descrevendo tudo o que rodeia as personagens, mas só o mais interessante e emocionante.
Eu recomendo esta crónica a todos os que gostam de romances, policiais e aventuras. Durante a leitura não vão dar pelo número de páginas correr graças à espectacular escrita de Mário Zambujal.

tiago vieira
Anónimo a 4 de Junho de 2011 às 11:08

Tiago, penso que o livro que leu e que acabou de comentar se intitula Crónica dos Bons Malandros, de Mário Zambujal. É, de facto, um livro bastante interessante e de uma leitura rápida, motivadora e fluída. Não percam o privilégio que eu e o Tiago Vieira (11º A) tivemos ao lermos este livro extraordinário!
DR a 6 de Junho de 2011 às 00:58

Título da obra: Diário de um killer sentimental
Autor: Luís Sepúlveda

Escolhi este livro no âmbito do contrato de leitura, durante este período, essencialmente pelas críticas favoráveis que ouvi sobre o mesmo. Achei o título interessante porque apresenta uma grande contradição. Como é que se pode ser um assassino e sentimental ao mesmo tempo? Também pensei “por que motivo teria um assassino um diário?”. Mais uma prova do seu sentimentalismo?
Antes de mais, Diário de um killer sentimental é constituído por três novelas: Diário de um killer sentimental, Jacaré e Hot Line, pela respectiva ordem. Estas novelas terão sido publicadas previamente em folhetim no jornais El Mundo e El Pais, sendo todas elas do género policial.
O facto de terem sido publicadas em jornais explica o porquê dos capítulos curtos, do ritmo certo, da linguagem simples e de serem histórias breves.
Confesso que o género policial não é o meu tipo de leitura favorito; quando me atrevo a ler um, exijo que me surpreenda. Respectivamente a este livro, se tivesse que escolher uma das três histórias, seria deveras complicado! Gostei especialmente da Hot Line, mas também achei graça ao Diário de um killer sentimental, o que infelizmente não aconteceu com Jacaré.
Hot Line é o nome do processo (de uma história) que George Washington Caucamán ficou encarregue de resolver assim que foi colocado no Comissariado de Investigação de Delitos Sexuais.
O que achei mais engraçado foi o historial deste potencial índio detective, a razão pela qual teve de ser transferido do seu departamento para outro na capital do pais e, claro, o seu humor realista. Também me surpreendeu o desfecho da história, que se revelou até um pouco irónico!
Quanto ao Diário de um killer sentimental, o que mais me agradou foi essencialmente a ideia chave: um killer com um diário; um killer sentimental; um killer profissional.
Achei esta história um pouco adulta e bastante violenta, especialmente no final.
Será, sem dúvida, um livro que recomendarei a quem gostar do género e de emoções fortes.

Ana Rocha 10ºB
2010/2011
Ana Rocha 10ºB a 3 de Junho de 2011 às 22:42

Obra: Sempre o Teu Lado – Carta de Um Cão
Autora: Maria Teresa Maia Gonzalez
Editorial: Editorial Verbo

Este livro sem dúvida que foi um livro que me marcou das duas vezes que o li. Desta vez, li-o com “outros olhos” devido ao facto de ser mais velha e de dar mais importância a outro tipo de pormenores.
A relação entre os humanos e os animais de estimação sempre me fascinou. Enquanto lia este livro, por comparação, pensava nos meus gatos. Eu olho para eles de uma forma, e ele? Como é que eles me vêem? O que é que sentem quando lhes faço mimos? E quando não tenho tempo para estar com eles?
Este livro fez-me pensar e reflectir sobre este assunto, fez com que eu encarasse temas como a caça, adopção ou o desrespeito para com os animais de outra maneira e, de certa forma, reformulasse a minha opinião sobre os mesmos.
Afinal de contas, os animais também têm sentimentos e este livro retrata muito bem os sentimentos de um cão muito amado mas que, no final, do meu ponto de vista, é deixado completamente só por aquele em quem sempre acreditou.
Recomendo este livro a todas as pessoas, independentemente da idade, mas principalmente àquelas pessoas que se limitam a ter os animais presos à trela ou até mesmo aqueles que não gostam deles.

Ana Rocha 10ºB
2010/2011
Ana Rocha 10ºB a 3 de Junho de 2011 às 22:25

Obra: A vida na porta do frigorífico
Autora: Alice Kuipers
Editora: Editorial Presença

Penso que devo iniciar por referir que esta obra tocou-me de uma forma incomensurável. Hoje em dia é mais que batido a falta de comunicação entre as pessoas, o stress do dia-a-dia, o efeito da falta de tempo para nós próprios e para o semelhante a nós… Mas nunca chegamos a reflectir nas verdadeiras consequências que isso pode ter para as afinidades entre humanos, mais que entre humanos, entre amigos e entre a família. Felizmente, este livro vai à raiz da questão, toca na ferida.
A obra contém os pequenos post-its, escritos nos únicos momentos que não eram consumidos pela vida impetuosa e deixados na porta do frigorífico, através dos quais Claire e a sua mãe Elisabeth dialogavam (se assim se puder designar). Claire é uma jovem de quinze anos que acaba de começar a sua aventura nas peripécias do amor e passa a maior parte do seu tempo na escola ou a fazer babysitting ou com a sua amiga Emma. Elisabeth é uma obstetra, divorciada, de quarenta e quatro anos, completamente dedicada à sua profissão e sente-se culpada pelo pouco tempo que dedica à sua filha e pela maneira como a sobrecarga. A sua relação irá ser lesada e, ao mesmo tempo, reforçada pelas mágoas que a vida lhes espera.
As páginas desta obra são literalmente, inteiramente, expressamente, rigorosamente e incrivelmente devoradas em menos de uma hora. No entanto, apesar do que se possa pensar, não é por cada página conter apenas os recados trocados entre a mãe e a filha, mas sim pela forma como nós deixa a nós, os leitores, absorvidos pelo livro e enamorados pela triste história.
O fim de história, embora óbvio, é simplesmente platónico para o que penso que foi o objectivo da autora, fazer-nos cair em nós e reflectir sobre as nossas acções ao longo da nossa vida incrivelmente curta.
Resumindo, é apaixonante.
Érica Gomes 10ºB a 2 de Junho de 2011 às 20:21

O livro "O peixe azul" é engraçado e imaginativo. quando li pela primeira vez este livro achei que a história ia ser engraçada.Não gosto da cor do peixe,preferia vermelho.
Neste livro apendemos como guardar um segredo.
Deves lê-lo!
rafaela 5ºD a 2 de Junho de 2011 às 19:03

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